sábado, 8 de setembro de 2012

LUTA




Sono. Sinto tanto sono.

Olho pisca, quase fecha,

Não deve e não o fará.

Pesadelo, sono enervante,

Sinto sono, tanto sono.

Boca boceja. Corpo amolece,

Não pode, não vai apagar.

Sono, pesadelo revoltante.

 

Aperto passo. Cruzo a rua

Suo. Infiltro-me na multidão,

Golpeio pelo meio. Nocaute.

Morreu... E não fui eu!







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