31.08.1998
Danado
Safado
Mal amado,
Era ele
Sempre ele
Apenas ele
Quem aparecia
Me aquecia
E se ia.
Eu, sua mina,
Em meio à neblina
Morria na esquina
Um ser puro
Dando duro
Sem futuro,
Acolhendo
Vivendo
Sofrendo.
Aquele homem
Qualquer homem
Todo homem
Perdido da humanidade
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