Tu
erraste, não fui eu. Tudo me inocenta
Até a
meio parenta, aquela que já morreu.
Tu
erraste e me maltrataste. Eu fiz o que fiz,
Pois fizeste
o que fizeste, e tudo me doeu.
A
culpa é tua pela minha culpa. Desculpa?
Eu?
Nunca! A minha língua, o gato comeu.
Põe a
mão na consciência e lava com sabão,
Consciência e mão. Não vês? A culpa é tua. E deu!
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